O foco se apagou
A luz se foi
Perdi a direção
Sem foco ando errante
Mas não errado
Pois não há certo sem luz
Não enxergo
Mas vivo mesmo sem foco
E o melhor sem rota, nem planos
Sem foco vivo
Melhor existo!
Na obscuridade desse mundo.
domingo, 30 de junho de 2013
sábado, 29 de junho de 2013
Para que tudo isso?
E
não importa o quanto lute
não
importa quantos livros venha a ler
nem
o quanto pensa
No
final, não há sangue no corpo
nem
carne nos ossos.
Sobre amor e desprezo.
Amar é esquecer-se da tua alma
da tua salvação que outrora foste importante
Amar é ser salvo pelo amante
desejo constante, mesmo na agonia do desprezo
E do teu egoísmo
eu vou tirar o zelo
Vou desbravar teu beijo
explorar teus lábios
Tua vela queima como minha língua
Ensopa teus seios, tua pele macia
Dos nossos dois corpos, sou teu servo
teu corpo pequeno sempre me vencia
Meu ego reduzido, esfarelado, em nada cabia
sempre ao teu lado, liberto do fardo
Amar teu corpo, teu desconhecido, eterno estado
amar é se render às suas armas.
Dinho.
A morte na felicidade.
Cheguei ao horizonte
Bem no fim do mundo
Roubei o arco-íris.
E tenho uma vida perfeita, completa
Mas me sinto vazio
Sem mais segredos para descobrir
para onde devo ir?
Sera que já cheguei ao fim?
E em minha cabeça
que era pura alegria
agora paira uma nuvem de agonia
e partem para outra terra
a euforia, alegria, e a vontade.
Alias! Quando somos felizes
o que temos além da felicidade?
E o que temos na verdade
Não estamos dispostos a perder
Nem a trocar por coisas novas
Então se perdem as possibilidades
e se perde a existência.
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