quinta-feira, 7 de novembro de 2013
Aforismo inspirado em H.D.T
Onde nesse mundo vou buscar tutano para respirar? Já não há bosques nas cidades onde posso sentir toda essa força vital que vem da natureza, a cada dia que passa estou mais cinza, a poluição afeta minha mente e meu coração que esta feito pedra no peito de alguém que não sabe amar.
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
Tempo
Cansei de consumir o tempo
Quero agora que ele me consuma
Aceito de bom grado
Os cabelos brancos e as rugas
Pois apesar de jovem
Já me sinto velho
E não me sinto mal por isso.
Quero agora que ele me consuma
Aceito de bom grado
Os cabelos brancos e as rugas
Pois apesar de jovem
Já me sinto velho
E não me sinto mal por isso.
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
Pequeno poema feito antes de começar as aulas do dia.
O ar dessa cidade
Não está tão sujo
Quanto meus pensamento
Que andam sujando
Folhas limpas e puras
Sem conservar nenhuma ética
Sem levar em consideração nenhuma razão
Sem principalmente, ter motivo para.
Não está tão sujo
Quanto meus pensamento
Que andam sujando
Folhas limpas e puras
Sem conservar nenhuma ética
Sem levar em consideração nenhuma razão
Sem principalmente, ter motivo para.
quarta-feira, 10 de julho de 2013
Pra quem entende!
Não entendo essas pessoas
Sempre olhando para longe
Vivendo o amanhã
Esperando que caia do céu a ajuda
Esperando sempre o além daqui
Construindo uma estrutura frágil
Tendo como base a ilusão
de verdades concretas e irrefutáveis
Eu não entendo, mais eu sei!
Que a vida é muito mais do que essas verdades
Talvez a vida seja mentira
Então sigo mesmo não entendendo
Sendo um imoral
Um irracional
um cético
Para não ser limitado pelo infinito
Que não consigo entender.
Sempre olhando para longe
Vivendo o amanhã
Esperando que caia do céu a ajuda
Esperando sempre o além daqui
Construindo uma estrutura frágil
Tendo como base a ilusão
de verdades concretas e irrefutáveis
Eu não entendo, mais eu sei!
Que a vida é muito mais do que essas verdades
Talvez a vida seja mentira
Então sigo mesmo não entendendo
Sendo um imoral
Um irracional
um cético
Para não ser limitado pelo infinito
Que não consigo entender.
quarta-feira, 3 de julho de 2013
O Conforto
O conforto que vivo agora
Não me acalma
Pelo contrario
Me faz agonizar
Me levando a pensar
Que o conforto
Da vida simples e planejada
Pode vir a falhar
O tempo passa
e não o vejo
A vida escorre pelos dedos
sem eu nem notar
Não me levanto nem mudo nada
Só deixo estar como está.
No conformismo do conforto
Fui me confortar
Agora tenho preguiça
De viver e de falar.
Quando de súbito surge a vontade
de correr e pular
O conforto é sempre o primeiro a gritar
Não! Deixa tudo como está!
Não me acalma
Pelo contrario
Me faz agonizar
Me levando a pensar
Que o conforto
Da vida simples e planejada
Pode vir a falhar
O tempo passa
e não o vejo
A vida escorre pelos dedos
sem eu nem notar
Não me levanto nem mudo nada
Só deixo estar como está.
No conformismo do conforto
Fui me confortar
Agora tenho preguiça
De viver e de falar.
Quando de súbito surge a vontade
de correr e pular
O conforto é sempre o primeiro a gritar
Não! Deixa tudo como está!
segunda-feira, 1 de julho de 2013
Bom.
Uma boa conversa
Com amigos dividir
Uma boa bebida
Com musica na vitrola
E os pés embaixo da coberta
São algumas coisas necessárias para se sentir vivo.
Com amigos dividir
Uma boa bebida
Com musica na vitrola
E os pés embaixo da coberta
São algumas coisas necessárias para se sentir vivo.
domingo, 30 de junho de 2013
O Foco!
O foco se apagou
A luz se foi
Perdi a direção
Sem foco ando errante
Mas não errado
Pois não há certo sem luz
Não enxergo
Mas vivo mesmo sem foco
E o melhor sem rota, nem planos
Sem foco vivo
Melhor existo!
Na obscuridade desse mundo.
A luz se foi
Perdi a direção
Sem foco ando errante
Mas não errado
Pois não há certo sem luz
Não enxergo
Mas vivo mesmo sem foco
E o melhor sem rota, nem planos
Sem foco vivo
Melhor existo!
Na obscuridade desse mundo.
sábado, 29 de junho de 2013
Para que tudo isso?
E
não importa o quanto lute
não
importa quantos livros venha a ler
nem
o quanto pensa
No
final, não há sangue no corpo
nem
carne nos ossos.
Sobre amor e desprezo.
Amar é esquecer-se da tua alma
da tua salvação que outrora foste importante
Amar é ser salvo pelo amante
desejo constante, mesmo na agonia do desprezo
E do teu egoísmo
eu vou tirar o zelo
Vou desbravar teu beijo
explorar teus lábios
Tua vela queima como minha língua
Ensopa teus seios, tua pele macia
Dos nossos dois corpos, sou teu servo
teu corpo pequeno sempre me vencia
Meu ego reduzido, esfarelado, em nada cabia
sempre ao teu lado, liberto do fardo
Amar teu corpo, teu desconhecido, eterno estado
amar é se render às suas armas.
Dinho.
A morte na felicidade.
Cheguei ao horizonte
Bem no fim do mundo
Roubei o arco-íris.
E tenho uma vida perfeita, completa
Mas me sinto vazio
Sem mais segredos para descobrir
para onde devo ir?
Sera que já cheguei ao fim?
E em minha cabeça
que era pura alegria
agora paira uma nuvem de agonia
e partem para outra terra
a euforia, alegria, e a vontade.
Alias! Quando somos felizes
o que temos além da felicidade?
E o que temos na verdade
Não estamos dispostos a perder
Nem a trocar por coisas novas
Então se perdem as possibilidades
e se perde a existência.
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