O conforto que vivo agora
Não me acalma
Pelo contrario
Me faz agonizar
Me levando a pensar
Que o conforto
Da vida simples e planejada
Pode vir a falhar
O tempo passa
e não o vejo
A vida escorre pelos dedos
sem eu nem notar
Não me levanto nem mudo nada
Só deixo estar como está.
No conformismo do conforto
Fui me confortar
Agora tenho preguiça
De viver e de falar.
Quando de súbito surge a vontade
de correr e pular
O conforto é sempre o primeiro a gritar
Não! Deixa tudo como está!
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